A Volta a Catalunha começou com uma infeliz queda que levou a abandono de Pieter Serry e Rui Costa durante a etapa, sendo que Remi Cavagna também ficou envolvido. A fuga foi bastante pequena, apenas composta por Sylvain Moniquet, Rein Taaramae, Gotzon Martin e Natnael Berhane foram controlados de perto pela Bora-Hansgrohe.




No entanto a equipa alemão viu Peter Sagan ficar para trás quando a Movistar pegou na corrida na contagem de 1ª categoria, reduzido o pelotão em metade. A formação espanhola continuou a forçar o ritmo para deixar os sprinters para trás, mas a corrida ficou completamente anárquica na entrada dos 30 kms finais.

Começaram a chover os ataques e destacaram-se Luis Leon Sanchez, Andreas Kron, Remy Rochas e Lennard Kamna, que rapidamente encontraram um bom entendimento e 30 segundos de vantagem. O pelotão demorou a organizar-se, e a BikeExchange não tinha muitas unidades para trabalhar.




A diferença só diminuiu nos 5 kms finais, quando a Ineos Grenadiers colocou ciclistas a trabalhar, principalmente nos últimos 2 kms, quando o quarteto se começou a desentender. Todos conseguiram responder ao ataque de Kamna e tudo se decidiu ao sprint, onde o jovem dinamarquês Andreas Kron foi superior a Luis Leon Sanchez e a Remy Rochas para assim averbar a primeira vitória do ano e na sua carreira no World Tour. O pelotão chegou a 16 segundos dos 4 ciclistas da frente, com Ruben Guerreiro e João Almeida.




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