Novo dia de alta montanha no Criterium du Dauphine, com chegada em alto a Saint-Martin-de-Belleville, subida essa que termina a meio da mais conhecida Val Thorens, que foi ganha por Vincenzo Nibali no Tour do ano passado. Um início a alta velocidade, onde foram cumpridos mais de 50 quilómetros na primeira hora, viu Daniel Oss, Bob Jungels, Pierre Latour, Davide Formolo, Christopher Juul Jensen, Soren Kragh Andersen, Jasha Sütterlin, Guy Niv e Maxime Chevalier formaram a fuga do dia.



Como seria de esperar, foi a Jumbo-Visma a controlar o pelotão e, numa fuga onde ninguém estava perto da liderança de Primoz Roglic, a vantagem foi superior a 6 minutos. No Col de Madeleine, Davide Formolo distanciou-se dos restantes companheiros de fuga,ainda com mais de 60 quilómetros por percorrer. No pelotão, era o incansável Wout van Aert quem trabalhava.

A equipa holandesa manteve-se ao trabalho durante a subida final, com Steven Kruijswijk e Tom Dumoulin a terem um papel importante para o líder da prova. Na frente, o campeão italiano Davide Formolo ia-se aguentando, apesar do tempo que, com naturalidade, ia perdendo.



Quando os dois holandeses terminaram o seu trabalho, Sepp Kuss apareceu, sendo, novamente, o último elemento do comboio da Jumbo-Visma. Os favoritos só se mexeram no quilómetro final e para o ataque às bonificações uma vez que a vitória estava entregue a Davide Formolo que, com muito esforço, conseguia triunfar.

Daniel Martinez foi o primeiro a mexer-se mas Primoz Roglic respondeu prontamente e, no final saltou para a frente do colombiano para terminar em 2º, a 32 segundos e somar 6 importatnes segundos de bonificação. Thibaut Pinot foi 3º, num grupo onde ainda chegaram Buchmann, Landa, Martin e Pogacar. Quintana cedeu 9 segundos para este grupo, acontecendo o mesmo com Bernal.




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