Depois de 2 dias com os sprinters a brilharem, em particular o alemão Pascal Ackermann, hoje foi dia dos homens da classificação geral e puncheurs se chegarem à frente no Tirreno-Adriatico. Pela frente havia uma longa etapa com uma autêntica parede dentro dos 15 kms finais. A fuga deu bastante trabalho ao grupo principal devido à quantidade e qualidade de ciclistas na mesma.




Benjamin Thomas, Nathan van Hooydonck, Marco Frapporti, Alessandro Tonelli, Pascal Eenkhoorn, Dimitri Claeys, Hermann Pernsteiner e Matthew Holmes chegaram a ter 8 minutos, até a Alpecin-Fenix começar a trabalhar. A cerca de 70 kms da meta Benjamin Thomas atacou para passar na frente da contagem de montanha e seguiu sozinho, com o grupo perseguidor a 1 minuto. O pelotão só começou a encurtar realmente a diferença quando a EF Pro Cycling enviou ciclistas para a frente do grupo.

Thomas foi apanhado pelos restantes fugitivos e foi Marco Frapporti e lançar-se ao ataque a 20 kms do fim, com 1:20 sobre o pelotão. Foi Florian Senechal o primeiro a atacar no pelotão, enquanto Matthew Holmes se destacava na fuga, o britânico foi apanhado pelo grupo principal em plena subida, a 9 kms da meta.




Assim que as piores rampas apareceram foi Michael Woods a vir para a frente e o canadiano seguiu sozinho até ao topo. Rafal Majka conseguiu chegar a Woods na descida e o duo entrou nos 4 kms finais com 15 segundos face a um grupo perseguidor de elite, onde estavam os restantes favoritos à geral.

Jack Haig deu tudo para o grupo recolar, mas não houve grande colaboração, a partir daí era certo que o triunfo estava na frente. Michael Woods arrancou a 250 metros da meta e a sua explosão deixou Rafal Majka a pé. O canadiano somou a 5ª vitória da carreira e a 1ª do ano, o grupo perseguidor chegou a 20 segundos, liderado por Wilco Kelderman. Mathieu van der Poel liderou outro grupo, que chegou a 33 segundos, e que também tinha Rui Costa e Vincenzo Nibali.

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