O Gran Premio Miguel Indurain começou com alguns ataques e uma fuga de 6 elementos, onde a Efapel teve oportunidade de se mostrar através de António Carvalho. Fizeram companhia ao ciclista português Jon Irisarri, Angel Madrazo, Vincenzo Albanese, Emerson Oronte e Mikel Aristi.




As equipas World Tour quiseram controlar de perto este grupo, nunca permitindo uma vantagem superior a 3 minutos. Depois a Movistar acelerou bastante o ritmo da corrida, mesmo tendo perdido Enric Mas para uma queda, a diferença começou a cair e a 70 kms da meta acabava a escapada. A Movistar trabalhou durante alguns quilómetros ainda, diminuiu as unidades no pelotão e os ataques começaram a 50 kms do final, com mexidas da Israel Start-Up Nation.

Formou-se um grupo relativamente grande na frente e daí saíram Ben Swift, Luis Leon Sanchez, Ben Hermans e Jefferson Cepeda, que ganharam um avanço considerável, de 40 segundos, para um pelotão já sem grande força de perseguição até que se uniram algumas equipas. Nicola Conci ainda tentou fazer a ponte para a frente, esteve perto, mas nunca conseguiu colar e foi absorvido.




A Movistar continuou a trabalhar e já perto do final da subida a 10 kms da meta Valverde arrancou e alcançou Luis Leon Sanchez mesmo no final da ascensão. A diferença para os perseguidores era muito reduzida e Alexey Lutseno conseguiu fazer a ponte, sentindo dificuldades logo de seguida. Valverde foi controlando, Lutsenko chegou de novo, mas o “Bala” deu a estocada final na última inclinação antes da meta, distanciando o duo da Astana.

Valverde não errou na descida até ao final e pôde assim celebrar o 3º triunfo da carreira nesta corrida, após derrotar a forte armada da Astana. Lutsenko foi 2º, Luis Leon Sanchez teve de se contentar com o 3º posto, com Pello Bilbao a fechar em 4º. Frederico Figueiredo foi o melhor elemento da Efapel ao fechar em 30º a 1:18 do vencedor.

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