Após alguns dias bastante rápidos e ataques, hoje a Vuelta teve um dia mais calmo. Com vem sendo hábito nestas etapas planas, Caja Rural, Euskatel-Euskadi e Burgos-BH marcaram a fuga, com Álvaro Cuadros, Luis Angel Mate e Diego Rubio a serem os responsáveis da aventura do dia.



Sendo esta uma das últimas etapas para os sprinters, Deceuninck-QuickStep, Groupama-FDJ e DSM apareceram cedo na frente do grupo e, nem com os 200 quilómetros de extensão da etapa, a fuga ganhou mais de 3 minutos. Sempre com rédea curta, a fuga foi apanhada a 25 quilómetros isto depois de o pelotão ter apanhado um susto, uma vez que chegou a estar partido devido a bordures.

Sem grande esforço, Fabio Jakobsen passou em primeiro no sprint intermédio a 15 quilómetros do fim. A partir daqui o ritmo voltou a aumentar, começando a preparação para o sprint final. A 4 quilómetros do fim, a Deceuninck-QuickStep apareceu na frente, com 4 ciclistas e, aproveitando a parte técnica e o ritmo infernal, partiram o grupo deixando pouco mais de 10 ciclistas na frente.



A 1400 metros do fim acontecia outro momento importante! Com 4 Deceuninck, Trentin e 2 Alpecin-Fenix, Jakobsen tinha um furo e ficava para trás. A estratégia da equipa belga mudava mas continuava na frente preparando o sprint. Alexander Krieger tentou surpreender na chegada, no entanto isso apenas serviu para lançar o sprint dos seus rivais. Florian Senechal estava na roda e a 200 metros arrancou para o triunfo com Matteo Trentin a dar luta até ao final mas sem nunca colocar em perigo a vitória. Alberto Dainese foi 3º, a 2 segundos, após ter tentando recuperar no final.

Egan Bernal foi 10º, a 6 segundos, ganhando 5 segundos aos seus rivais. Odd Christian Eiking chegou no grupo seguinte e mantém a camisola vermelha. Rui Oliveira foi 9º, conquistando um bom top-10.

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