O início foi rapidíssimo, 20 quilómetros tinham passado e Primoz Roglic ia ao chão. O camisola amarela levantou-se e voltava ao pelotão, onde os ataques eram constantes. Edward Theuns, Warren Barguil, Tim Declercq e Cees Bol eram alguns dos corredores que estavam no grupo dianteiro que se formou já a meio da etapa. Pouco atrás, surgia um segundo grupo com nomes como Luis Leon Sanchez, Dylan Teuns, Michael Matthews e Matteo Trentin. As diferenças eram curtas mas a distância para a meta também. O grupo da frente tinha 1:15 para o pelotão e 25 segundos para o grupo perseguidor a 30 quilómetros do fim.



A 24 quilómetros da chegada, a fuga juntava-se mas o maior incidente acontecia no pelotão com Primoz Roglic a ficar num segundo grupo devido a nova queda/troca de bicicleta. Bora-Hansgrohe, Cofidis e Astana aumentaram o ritmo no pelotão e, depois do pouco apoio que a Jumbo-Visma lhe deu, o líder estava em solitário e começava, de forma mais rápida, a perder tempo.

Com toda esta situação de corrida, a fuga estava condenada, aos poucos foi sendo apanhada, e foi na subida do Côte de Duranus que a corrida explodiu. Já com Roglic a quase 2 minutos, Aleksandr Vlasov tentou uma primeira vez, com resposta pronta de Maximilian Schachmann. Com um grupo da frente cada vez mais reduzido, os ataques sucederam-se uns atrás dos outros mas o grupo entrou compacto no quilómetro final.



Numa chegada muito rápida, Magnus Cort colocou-se na frente nos 300 metros finais, lançou o seu sprint e nem Christophe Laporte na sua roda o conseguiu ultrapassar! A vitória estava assegurada para o dinamarquês da EF Education NIPPO. Pierre Latour fechou o pódio da etapa. Primoz Roglic perdeu 3:08 e com isto perdeu, também, o Paris-Nice! Vitória final para Maximilian Schachmann que, desta forma, revalidou o titulo da “Corrida para o Sol”.

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