Ano de 2013, aquele que seria glorioso para a carreira de Rui Costa, sagrando-se campeão do Mundo no final dessa temporada. Foi também a sua última época ao serviço da Movistar, onde estava desde 2009. Globalmente foi um ano de excepção, principalmente a partir de Junho.
Rui Costa estava a preparar as clássicas das Ardenas, tinha sido 5º na Volta ao Algarve e 13º na Volta ao País Basco, onde ajudou no triunfo de Nairo Quintana. Logo no dia a seguir a esta prova por etapas, e tentando adquirir o melhor ritmo competitivo, competiu na Klasika Amorebieta. A Movistar partia com um bloco muito forte, mas tinha a concorrência da Saxo-Tinkoff de Alberto Contador e da Euskaltel-Euskadi, numa corrida onde também algumas equipas portuguesas alinharam.
A Euskaltel-Euskadi foi a formação mais activa na fase inicial da corrida, com resposta na perseguição por parte da Movistar. As dificuldades do percurso reduziram o grupo principal e a vitória parecia entre Alberto Contador e Benat Intxausti, que se destacaram nas últimas subidas.
Só que um fraco entendimento entre estes 2 corredores e uma perseguição feroz de equipas como a Euskaltel e a Caja Rural levou a que o duo fosse capturado nos últimos metros, fazendo ainda 3º e 4º. Foram ultrapassados somente por Rui Costa e Pablo Urtasun, com o ciclista português a ser o mais forte neste sprint em grupo reduzido, uma das especialidades de Rui Costa.
Como já foi referido, Rui Costa viria nesse ano a sagrar-se campeão do Mundo de estrada, mudando-se para a Lampre em 2014.