Com menos vento, mas alguma chuva, esta jornada do Paris-Nice foi mais calma que ontem até aos 35 kms finais. Jonathan Hivert voltou a repetir a façanha e entrou para a fuga, acompanhado de José Diaz Gallego, à procura dos pontos para a classificação da montanha. O pelotão manteve sempre um ritmo elevado, todos os ciclistas queriam ir bem colocados para evitar surpresas e o duo dianteiro foi apanhado a 55 kms da meta.




Ainda houve um ponto de interesse pelo meio, com Maximilian Schachmann a reforçar a sua liderança da prova num sprint intermédio, indo buscar 3 segundos, com Sergio Higuita no seu encalce a somar 2 segundos também. A corrida animou quando entrou numa zona exposta a cerca de 35 kms da meta.

O pelotão começou a cortar e 2 candidatos tiveram contratempos: Julian Alaphilippe furou e Nairo Quintana ficou envolvido numa queda. Alaphilippe e Quintana ficaram num 3º grupo que estava a 45 segundos a 18 kms da meta. Contas feitas ficaram 25 elementos na frente, num grupo onde estavam poucos sprinters (Sagan, Nizzolo, Hofstetter e Stuyven) e também faltava Tiesj Benoot.




A 10 kms do final a Bora-Hansgrohe surpreendeu, voltou a acelerar, e ficaram 12 ciclistas na frente da corrida (Sagan, Schachmann, Grosschartner, Ackermann, Politt, Wurtz, Neilands, Higuita, Nibali, Nizzolo, Pedersen, Stuyven). Foi este grupo que discutiu o final, ao sprint. Sagan lançou Ackermann, mas na marcação cerrada ao alemão vinha Giacomo Nizzolo, que venceu graças a uma incrível ponta final. Ackermann ficou em 2º e Stuyven em 3º.

Maximilian Schachmann reforçou a liderança e tem agora 15 segundos sobre Nizzolo e 21 sobre Stuyven, que não estão aqui para discutir a geral.

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