Última grande chance para os sprinters na Volta a Catalunha, mas como é habitual nesta prova, não há etapas propriamente planas e os homens rápidos teriam de sofrer para batalhar pelo triunfo. A fuga ajudou a isso, apenas Harold Tejada, Mattias Jensen, Antoine Duchesne, Matej Mohoric e Dmitry Strakhov se escaparam ao pelotão logo nos primeiros quilómetros.




As equipas dos sprinters, nomeadamente a Bora-Hansgrohe e a Team DSM cedo assumiram o controlo da corrida, deixando a fuga a cerca de 3 minutos. A tirada contou com os abandonos de Giulio Ciccone (16º da geral) e de Nathan Brown. O pelotão foi sempre mantendo a fuga à distância e a 20 kms do fim voltámos à situação de origem, pelotão compacto.

Com a última contagem de montanha a aproximar-se começaram os ataques, primeiro James Knox na subida e depois um suspeito habitual, Remi Cavagna na descida. A Bora-Hansgrohe foi fechando todas as tentativas de ataque, mas a Quick-Step voltou a tentar com Josef Cerny. Desta vez foi a Bike Exchange a perseguir, mantendo tudo junto para um sprint final.




A 3 kms da meta a Ineos-Grenadiers assumiu as primeiras posições do pelotão e não mais daí saiu até aos 500 metros finais, um ciclista da Euskadi ainda tentou algo, Cavagna perseguiu e a partir daí lançou-se o sprint final. Aí Peter Sagan foi claramente o mais forte, regressando aos triunfos após um início de temporada atribulado diante de Daryl Impey e Juan Sebastian Molano. João Almeida tentou algo no sprint final e acabou em 8º. Na geral ficou tudo na mesma, com o pódio preenchido por ciclistas da Ineos-Grenadiers.

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