O início de época é caracterizado pelo nervoso miudinho dos ciclistas em começar numa nova temporada. A espera é muita e todos querem começar a voltar a competir. O nervosismo é, ao mesmo tempo, inimigo dos ciclistas e o início de Fevereiro tem sido um mártir para muitos ciclistas.



Matteo Moschetti foi uma das revelações da semana passada, vencendo duas provas do Challenge Malloca, batendo Pascal Ackermann. O italiano seguiu, esta semana, para França, para a Etoile de Besseges, onde estava a fazer uma prova discreta. Hoje, durante a 4ª etapa, o jovem italiano teve uma queda a alta velocidade, o que resultou na fratura do acetábulo e no deslocamento do fémur. Uma pena para um ciclista que estava a entrar em 2020 a todo o gás. Segue-se um longo período de recuperação, que não deve ser inferior a 12 semanas.

A Volta a la Comunitat Valenciana trouxe duas lesões na etapa de ontem. Tobias Foss fazia a sua estreia pela Jumbo-Visma e já bem perto da subida final, quando se tentava colocar na frente, o norueguês caiu, fraturando a clavícula. Estreia azarada para o vencedor do Tour de l’Avenir 2019. Também no dia de ontem, Tony Gallopin foi ao chão e foi forçado a abandonar. É verdade que o francês ainda terminou a etapa no entanto foi-lhe diagnosticada uma fratura do escafóide. 6 semanas é o tempo previsto de paragem para ambos.



Do início do mês, mais propriamente do fim-de-semana, há que destacar mais duas lesões, de dois jovens. Elie Gesbert caiu no Trofeo Pollenca-Andratx quando seguia no grupo da frente, que veio a fazer a corrida. O jovem francês de 24 anos fraturou a patella, um osso situado no joelho. Já nos Campeonatos Nacionais da Colômbia, o azarado foi Ivan Ramiro Sosa. O ciclista da Team INEOS estava na frente de corrida e caiu de forma feia, fraturando um dedo e adiando o início de temporada em provas oficiais.

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