Depois de 4 anos de ausência do calendário, estava de volta o Tour of Guangxi para encerrar as corridas World Tour, uma prova que é importante para muitas equipas por causa dos pontos para o World Ranking. A DSM partiu desfalcada, sem Andreas Leknessund para a geral e Sam Welsford para os sprints devido a doença. Lançaram-se para a frente logo nos primeiros quilómetros Dries de Bondt, Omer Goldstein, Frederik Wandahl e Louis Barré, que mais tarde tiveram a companhia de Julius Johansen.

A situação estava controlada para o pelotão, comandavam o mesmo Jumbo-Visma e Lotto-Dstny para Olav Kooij e Arnaud de Lie, respectivamente. Dries de Bondt foi o ciclista que mais bonificações e pontos somou nos sprints intermédios, mas a 15 kms da meta a fuga estava apanhada e começou o corrupio de comboios na frente, entre sprinters e equipas para a geral.




No final de contas, e num sprint com estrada muito larga, foi Elia Viviani o mais forte, superando Jonathan Milan e Sam Bennett, relegando assim Arnaud de Lie e Olav Kooij para fora do pódio. Foi apenas a segunda vitória do italiano de 34 anos em 2023, ele que já não ganhava no World Tour há mais de 4 anos, mostra assim que ainda este nível de vitórias dentro dele. Ivo Oliveira foi 100º na etapa, com o mesmo tempo do vencedor e Elia Viviani é também o primeiro líder da competição chinesa.

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