O terceiro dia da Volta ao Luxemburgo trazia, na teoria, o dia mais acessível da competição, naquela que seria a grande oportunidade para os sprinters. Falando em homens rápidos, o principal do pelotão, Caleb Ewan, não esteve à partida. A fuga do dia foi constituída por Alex Kirsch, Ben O’Connor, Philipp Walsleben, Jasper de Buyst, Kenneth van Rooy e Ceriel Desel, um grupo bastante forte, com excelentes roladores.
No pelotão, muitas equipas iam passando na frente, com destaque para Vini Zabu, Rally Cycling, DELKO, Burgos-BH e Arkea-Samsic. Apesar da grande união no pelotão, a fuga não foi perdendo muito tempo e, num final em circuito, entrou na derradeira volta, os últimos 16 quilómetros com cerca de 1 minuto de vantagem.
Os ataques nos pequenos topos foram fatais para a fuga que era apanhada a 800 metros do fim, esforço inglório para os fugitivos. Tudo se decidiu ao sprint, a Alpecin-Fenix fez o lançamento do sprint, Edvald Boasson Hagen e Eduard Grosu arrancaram forte mas de trás saiu Sacha Modolo que, muito forte, conquistou uma vitória muito importante para a sua carreira.
O sprinter italiano da Alpecin-Fenix não vencia desde fevereiro de 2018 e, mais de 3 anos depois, voltou a levantar os braços. Benoit Cosnefroy foi 2º e Grosu 3º. João Almeida ainda tentou imiscuir-se no sprint, chegou integrado no pelotão, e mantém o 2º lugar, atrás do líder Marc Hirschi.
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