Etapa muito curiosa no Tour, esperava-se uma forte luta pela camisola verde numa orografia ondulada, mas não demasiado complicada. O pelotão não quis uma fuga muito grande e foi Remi Cavagna a protagonizar uma aventura a solo durante dezenas de quilómetros, controlada pela Bora-Hansgrohe, sem Lukas Postlberger, que abandonou depois de uma reacção alérgica a uma picada de abelha.




A corrida voltou a animar nos 50 kms finais, com bastantes ataques, até que a 30 kms da meta se destacou um grupo de fortes sprinters e roladores: Sam Bennett, Dries Devenyns, Peter Sagan, Luke Rowe, Soren Kragh Andersen, Nikias Arndt, Oliver Naesen, Greg van Avermaet, Jack Bauer, Luka Mezgec, Jasper Stuyvenn e Matteo Trentin. As únicas equipas interessadas em perseguir no pelotão eram a Lotto-Soudal e a UAE Team Emirates, precisamente das formações mais desfalcadas neste Tour.

A 15 kms do final Soren Kragh Andersen tentou sair, não houve rápida resposta e o dinamarquês conseguiu logo uma vantagem considerável, entrando a 5 kms da meta com 50 segundos, já que não havia colaboração entre os perseguidores. Bennett, Sagan e Trentin ficaram a marcar-se e lutaram apenas pelo 8º lugar, enquanto o 2º posto foi para Luka Mezgec e o 3º para Jasper Stuyven.




O pelotão chegou a mais de 6 minutos, sem alterações na classificação geral. Desta forma Sam Bennett praticamente garantiu a camisola verde.

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